quarta-feira, 4 de julho de 2018

O Teatro da Bruxa Falida


És vendida, sob medida
Fútil e vazia
Não caio mais em suas mentiras
Bruxa falida

Vieste da lama, esbanjando riqueza
Que nunca vira
Hoje está coberta de ouro
E mais pobre do que nunca.

Usurpasse o lugar de outra pessoa
És traiçoeira, és louca
À primeira vista faz bem para os olhos
À segunda vista faz mal para as almas

Maldizes aqueles que te conhece bem
Mas saiba que teu nome é maldito
Nunca trago em minha fala
Te tornasse a palavra mais horrível

Imunda, jogas sujo
Como toda bruxa má
Tens inveja, complexos
Manipuladora, sem reflexo

Suga a felicidade dos que lhe querem bem
Existência hedionda
Começaste praticando o mal
É o mal que tu respiras.

Teu veneno, no entanto
Não é fatal
Fazes barulhos, mas no fim
É só teatro

Teu espetáculo está chegando ao fim
Seu plano deu errado
A platéia já está se levantando
Deixaste a todos entediados.